INTERNAÇÃO INVOLUNTÁRIA DE PESSOAS EM SITUAÇÃO DE RUA GERA DEBATE EM CURITIBA.

A internação compulsória de uma mulher em situação de rua reacendeu a discussão política em Curitiba, após denúncia da vereadora Giorgia Prates (PT). O gabinete da parlamentar não obteve informações sobre a identidade e o destino da internação, motivando pedidos formais de esclarecimento ao Ministério Público, Guarda Municipal, Fundação de Ação Social (FAS) e Secretaria Municipal da Saúde. A vereadora questiona a transparência das ações da prefeitura.

Enquanto isso, pesquisa do Paraná Pesquisas revela que 86% da população curitibana apoia a internação involuntária quando há risco para o próprio indivíduo ou terceiros. Esse dado evidencia a tensão entre o desejo por segurança e assistência social e a necessidade de respeitar a legalidade, direitos fundamentais e a transparência nos procedimentos públicos em relação a pessoas em situação de vulnerabilidade.

Fonte: Folha do Valle